segunda-feira, 29 de outubro de 2012

"CASTELO FORTE" (Martinho Lutero) - Poderoso hino da Reforma Protestante - com Brian Doerksen


Castelo forte é nosso Deus,
Espada e bom escudo!
Com seu poder defende os seus
Em todo transe agudo.
 Com fúria pertinaz
Persegue Satanás
Com ânimo cruel!
Mui forte é o Deus fiel,
Igual não há na terra.

A força do homem nada faz,
Sozinho está perdido!
Mas nosso Deus socorro traz
Em seu Filho escolhido.
Sabeis quem é? Jesus,
O que venceu na cruz,
Senhor dos altos céus,
E sendo o próprio Deus,
Triunfa na batalha.

Se nos quisessem devorar
Demônios não contados,
Não nos iriam derrotar
Nem ver-nos assustados.
O príncipe do mal,
Com seu plano infernal,
Já condenado está!
Vencido cairá
Por uma só palavra.

De Deus o verbo ficará,
Sabemos com certeza,
E nada nos assustará
Com Cristo por defesa!
Se temos de perder
Família, bens, prazer!
Se tudo se acabar
E a morte enfim chegar,
Com ele reinaremos!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CRISTO É SEU SENHOR? por Arthur W. Pink

Não estamos perguntando se Cristo é o seu “Salvador”, mas se Ele é real e verdadeiramente o seu Senhor. Se Ele não é o seu Senhor, então, mui certamente Ele não é o seu “Salvador”. Aqueles que não receberam a Cristo Jesus como o seu “Senhor”, e, apesar disso, supõem que Ele seja o seu “Salvador” estão iludidos, e sua esperança se baseia em um alicerce de areia. Multidões estão enganadas no que diz respeito a esta questão vital; por conseguinte, se o leitor dá valor à sua alma, imploramos-lhe que leia com a mais acurada atenção este pequeno artigo.
Quando perguntamos se Cristo é o seu Senhor, não estamos interrogando se você acredita na divindade de Jesus de Nazaré. Os demônios acreditam nisso (Mt 8.28-29), mas, estão eternamente condenados! Você pode estar firmemente convencido da divindade de Cristo e, apesar disso, continuar em seus pecados. Pode falar nEle com a mais profunda reverência, atribuir-Lhe seus títulos divinos em suas orações e continuar perdido. Pode abominar aqueles que difamam sua pessoa e negam sua divindade, e, não obstante, estar destituído de qualquer amor espiritual por Ele.
Quando perguntamos: Cristo é o seu Senhor? Queremos dizer: Ele ocupa, em tudo, o trono de seu coração; Ele realmente governa a sua vida? “Todos nós andávamos desgarrados… cada um se desviava pelo caminho…” (Is 53.6) descreve o curso de vida que todos seguem por natureza. Antes da conversão, cada alma vive para agradar a si mesma. Há muitos séculos foi escrito que “cada um fazia o que achava mais reto”. E por quê? “Naqueles dias, não havia rei em Israel” (Jz 21.25). Ah! Esta é a verdade que queremos tornar clara para nosso leitor. Enquanto Cristo não se tornar o seu Rei (1 Tm 1.17; Ap 15.3), enquanto você não se inclinar perante o cetro dEle, enquanto a vontade dEle não se tornar a regra de sua vida, o EU o dominará, e, deste modo, Cristo estará sendo negado.
 
Quando o Espírito Santo começa sua obra graciosa em uma alma, Ele primeiramente a convence de pecado. Ele mostra a autêntica e horrenda natureza do pecado. Ele leva a perceber que o pecado é uma espécie de rebelião e desafio contra a autoridade de Deus; é antepor a própria vontade contra a vontade de Deus. Ele mostra que, ao desviar-me pelo caminho (Is 53.6), ao agradar a mim mesmo, estou apenas lutando contra Deus. E quando meus olhos são abertos, para que eu veja como tenho sido um rebelde durante a vida inteira, como tenho sido indiferente para com a honra de Deus, como tenho sido despreocupado acerca de sua vontade, fico cheio de angústia e horror, sendo levado a maravilhar-me com o fato de que Aquele que é três vezes Santo ainda não me lançou há muito tempo no inferno. Meu caro leitor, você já passou por essa experiência? Em caso negativo, há grave motivo para temer-se que você continue espiritualmente morto!
A conversão, a conversão autêntica, a conversão salvadora, consiste em voltar-se do pecado para Deus, em Cristo. É lançar por terra as armas da minha luta contra Ele; é a cessação do desprezo e da ignorância sobre sua autoridade. A conversão no Novo Testamento é descrita assim: “Deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes [estardes em sujeição, obedecerdes] o Deus vivo e verdadeiro” (1 Ts 1.9). “Ídolo” é qualquer objeto ao qual damos aquilo que é devido exclusivamente a Deus – o lugar supremo em nossas afeições, a influência transformadora de nosso coração, o poder dominante em nossa vida. A conversão é uma volta de 180 graus, quando o coração e a vontade repudiam o pecado, o “eu” e o mundo. A conversão genuína é sempre evidenciada por aquela atitude que diz: “Que farei, Senhor?” (At 22.10). É a rendição sem reservas de nós mesmos à sua santa vontade. Você já se rendeu a Ele? (Veja Romanos 6.13.)
 
Existem muitas pessoas que gostariam de ser salvas do inferno, mas que não querem ser salvas de sua vontade própria, que não querem ser salvas de seus próprios caminhos, de uma vida (ou de alguma forma) de mundanismo. Deus, porém, não as salvará de conformidade com as condições que elas mesmas estabelecem. Para sermos salvos, precisamos submeter-nos às condições de Deus. Escute agora estas condições: “Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor [pois se revoltou contra Ele em Adão], que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55.7). E Jesus Cristo disse: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem [que seja contrário a Mim] não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33). É preciso que os homens sejam convertidos “das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus”, antes que possam receber “remissão de pecados e herança entre os que são santificados” (At 26.18).
 
“Ora, como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele” (Cl 2.6). Esta é uma exortação dirigida a crentes, como se Paulo tivesse dito: “Continuai como começastes”. Porém, como haviam eles “começado”? Recebendo a “Cristo Jesus, o Senhor”, rendendo-se a Ele, deixando de agradar a si mesmos. A autoridade de Cristo tornou-se reconhecida, os mandamentos dEle se transformaram na regra de suas vidas. O amor de Cristo os constrangia a uma obediência exultante e sem reservas. “Deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor” (2 Co 8.5). Caro leitor, você já fez isso? Já mesmo? Os detalhes de sua vida evidenciam isso? Aqueles com quem você mantém contato podem ver, agora, que você não está vivendo para si mesmo? (2 Co 5.15)
 
Ó, meu caro leitor, não se engane: a conversão produzida pelo Espírito Santo é algo completamente radical. É um milagre da graça. É a entronização de Cristo na vida do indivíduo. E tais conversões são raras. Multidões de pessoas têm “religião” suficiente apenas para fazê-las sentirem-se infelizes. É claro que estão se esforçando por servir a dois senhores. Recusam-se a abandonar todo pecado conhecido – e não há verdadeira paz para uma alma enquanto ela faz isso. Tais pessoas jamais receberam a “Cristo Jesus, o Senhor” (Cl 2.6). Tivessem feito isso, e a “alegria do Senhor” seria a força delas (Ne 8.10). Porém, a linguagem existente no coração e na vida dessas pessoas (embora não em seus “lábios”) é: “Não queremos que este reine sobre nós” (Lc 19.14). Será este o seu caso?
 
O grande milagre da graça consiste na transformação de um rebelde iníquo em um súdito leal e amoroso. Trata-se de uma “renovação” do coração, de tal maneira que seu dono veio a enojar-se daquilo que amava, e as coisas que julgava desagradáveis, agora lhe parecem atraentes (2 Co 5.17). Ele se deleita, segundo o “homem interior”, na “lei de Deus” (Rm 7.22). Descobre que os “mandamentos” de Cristo “não são penosos” (1 Jo 5.3) e, que, “em os guardar, há grande recompensa” (Sl 19.11). Esta é a sua experiência? Seria, se recebesse a Cristo Jesus, o SENHOR!
 
Entretanto, receber a Cristo, o Senhor, é algo completamente impossível para o poder humano sozinho. Esta é a última coisa que o coração não-renovado deseja fazer. Deve haver necessariamente uma transformação sobrenatural do coração, antes que apareça até mesmo o desejo de que Cristo ocupe o trono. E essa transformação só pode ser realizada pelo próprio Deus (1 Co 12.3). Por conseguinte, “buscai o Senhor enquanto se pode achar” (Is 55.6), “Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13). Caro leitor, talvez você seja alguém que professa ser crente há muitos anos, sendo bastante sincero em sua profissão de fé. Porém, se Deus tiver condescendido em usar este artigo para mostrar-lhe que você nunca recebeu verdadeiramente a “Cristo Jesus, o Senhor”; se agora, em sua própria alma e consciência, você percebe que o EU tem governado sua vida até este momento, não deseja prostrar-se de joelhos e confessar a Deus sua vontade própria, sua rebelião contra Ele e pedir-Lhe que opere de tal modo em você, que, sem demora, você seja capacitado a render-se completamente à vontade dEle, tornando-se um súdito, um servo, um amoroso escravo dEle, em ações e em verdade?

sábado, 28 de julho de 2012

ESTE CONVITE É PARA TODOS!

No próximo domingo, 05 de agosto, o João Costa, grande amigo e pastor da Vineyard em Belford Roxo, RJ, estará conosco lançando o seu livro "MISSIONAL: Uma Jornada da Devoção à Missão".
Será uma ótima oportunidade para se inteirar melhor acerca da proposta missional da igreja, bem como ser equipado na espiritualidade da mesma.

Então, agende e traga outras pessoas interessadas para celebrar conosco.

terça-feira, 10 de julho de 2012

UM REFÚGIO NO CAMINHO

O caminho do SENHOR é refúgio dos íntegros,
mas é a ruína dos que praticam o mal”  Provérbios 10:29

Vivemos numa época em que todo absoluto é questionado, atacado e depreciado. Onde impera o individualismo, impera a relativização de todas as coisas. No entanto, a busca do ser humano por algo absoluto é historicamente irrefutável – mesmo pela ciência que se devota a buscar soluções até dos mistérios da criação (ou origem de todas as coisas). É a desesperada, e não tão reconhecida, procura pelo Absoluto dos absolutos: este é um termo para se referir ao Eterno, o Deus Absoluto.

No entanto, a revelação do Absoluto dos absolutos é concedida aos simples de coração (Mt. 11:25), e estes são aqueles que optam por mergulhar na experiência da descoberta permanente do caráter e da graça do Eterno e, em fazendo isto, permanecer no Seu caminho. Estes são os que não se rendem à fragmentação da existência humana – fruto destruidor do pecado - mas devotam-se à vida plena – vida “inteira”: santificada no espírito, na alma e no corpo (I Ts.5:20). Em outras palavras, são as pessoas, de fato, íntegras desta vida.

Há que se considerar que tais pessoas íntegras – porque assim Deus graciosamente as transformou – são pessoas que enfrentam os dilemas da vida, e de sua própria subsistência neste mundo, em meio a não poucas angústias e dores. É o paradoxo da salvação: somos salvos do domínio das trevas, da consequência do pecado e da condenação do mundo, mas vivendo profundamente inseridos na realidade deste, o que provoca não pouco cansaço. Daí a necessidade de um refúgio seguro e permanente. O refúgio, porém, não é um local específico, mas uma atitude de devoção que gera profundo descanso e renovação da fé e da esperança em meio ao caos deste sistema de valores inevitavelmente inimigo de Deus: o refúgio, para os íntegros, é o caminho do Senhor.

O caminho do Senhor é a vida que somos chamados a descobrir na jornada relacional com Ele, e por isso é um caminho. É preciso entender, de imediato, que o caminho é do SENHOR (palavra que traduz YHWH – o Absoluto dos absolutos; O Eterno). Portanto, não há como discerni-lo em nenhuma ciência ou iniciativa humana. A maneira mais materializada e humanamente acessível de reconhecer este caminho é através do conhecimento das Escrituras – a Bíblia. Não é por acaso que nos últimos séculos ela vem sendo literalmente atacada no sentido de relativizar sua veracidade e autoridade sobre todas as coisas. No entanto, meus amigos, preciso lhes confessar que crer no que a Bíblia diz e na veracidade de suas afirmações é uma opção pessoal e, como está implícito, de fé. Se não houver fé neste princípio fundamental, não haverá relação com o Deus Absoluto que nós, cristãos, adoramos.

Não somos nós quem define as nuances deste caminho. Isto é prerrogativa dEle. Que fique claro, então, que a menos que limpemos nossas mentes e corações de amarguras, traumas e descontentamentos sociais e até religiosos, jamais experimentaremos a realidade deste caminho: continuaremos cansados, agitados e desprovidos de segurança e paz. Continuaremos preocupados em atacar tudo e todos como o principal meio de defesa – defesa do próprio ego. A relação com Deus não é algo que ser humano algum inicia com suas afirmações ou concepções intelectuais. A iniciativa é toda dele – a cruz deve nos lembrar constantemente disso. Portanto, não há, para nós, outra maneira de o buscarmos a não ser a partir de Sua Palavra e de uma oração responsiva às realidades espirituais advindas deste possível encontro.
O caminho do Senhor é a vida pautada em Seus mandamentos. Eis aí uma expressão que, em nossos dias, agride a ilusória concepção popular de liberdade. “Porque nisto consiste o amor a Deus: em obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados” (I Jo.5:3). Os mandamentos de Deus são as orientações divinas para a jornada da vida plena. A ideia de um desmancha-prazer está longe da realidade deste princípio. É necessário que enxerguemos o propósito de Deus: conduzir-nos por meio dos Seus absolutos valores à experiência da vida em abundância (Jo.10:10), vida no seu  maior e mais autêntico prazer. Por isso precisamos ver o refúgio como atitudes e não como um momento ou local. O refúgio é o caminho do Senhor: é no movimento de uma vida comprometida com a vontade dEle , de maneira radical e contracultural. É o caminho de Jesus.

Para os que estão cansados da religiosidade hipócrita e superficial, é normal proclamar uma atitude contracultural no sentido de confrontar certos costumes da religião estabelecida. Porém, queridos amigos, antes de tudo, é a cultura anti-Deus que deve ser confrontada – mesmo que seja na religião – mas, sobretudo a que domina mente, conceitos e valores de uma sociedade globalmente “destituída da glória de Deus” (Rm. 3:23). Para que tenhamos autoridade em tal confronto, precisamos estar revestidos de um estilo de vida que surge na expressão da vontade de Deus e não em nossas concepções pessoais. Assim, como está claro, se obedecermos aos Seus mandamentos andaremos em Seu caminho e, definitivamente, encontraremos o refúgio pelo qual nossa alma tanto anseia diariamente.

Quando Jesus ficou diante de gente cansada, desgastada, estressada e desconfiada, ele as chamou para encontrarem descanso nele (Mt. 11:28,29). É claro que não se tratava de uma experiência física, mas de uma mudança de mente e atitude que desembocava no seguimento dele, O Caminho, A Verdade e A Vida (Jo. 14:6). Ele convidou – e ainda convida – a todos para descansarem nele, no seu amor. Que amor! Agora, preste atenção nas palavras dele para os seus discípulos (os cansados que decidiram ir a ele e nele encontrar o refúgio da alma): “Como o Pai me amou, assim eu os amei; permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos do meu Pai e em seu amor permaneço. Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa” (Jo. 15:9-11). Este é o refúgio, o lugar da alegria plena.

O caminho do Senhor é a vida na imitação de Cristo. Jesus foi – e é - a expressão exata de Deus Pai (Hb.1:3). Logo, não há uma referência mais visível da vida no caminho de Deus como a vida de Jesus: seus valores, seus ensinos, suas prioridades, suas palavras, suas ações e reações. Ele foi aqui uma pessoa totalmente desprovida de parcialidade, a não ser o seu absoluto compromisso com a vontade de Deus. Ele sabia que existia para cumprir este propósito: este era o seu caminho e este era o seu refúgio. Ele é o nosso modelo, não há outro.

Desenvolver uma vida de imitação de Jesus é o nosso grande refúgio. É a certeza de estar trilhando o caminho certo. É a experiência que renova o ânimo e fortalece a alma. Imitar Jesus é cuidar prioritariamente dos negócios do Pai. É o sucesso destes negócios que deve determinar o alvo da nossa missão. Mas, é sucesso medido com os critérios de Deus. Isso diz respeito à transformação do ser humano – de dentro para fora – e, consequentemente das famílias e sociedade. Nenhum ufanismo, publicidade ou assistencialismos religiosos serão critérios para avaliar tal sucesso. Na chamada para o Reino – que João Batista, Jesus e os apóstolos proclamaram –, um fator estava em destaque: uma mudança que se manifeste em frutos de arrependimento. Isso porque Deus é o centro de tudo! Jesus, o nosso modelo, curou doentes, alimentou multidões, discutiu com religiosos etc. Mas, a única reação que ele exaltou foi aquela que demonstrava fruto de arrependimento – e o reconhecia como ele era – e é: Senhor absoluto. Este é o caminho. Este é o nosso refúgio!

Ele não chama pessoas perfeitas para trilhar este caminho, mas, pela ação interior do Espírito de Deus, Ele mesmo as aperfeiçoa na medida em que crescem (crescemos) na semelhança de Cristo.

A última afirmação do texto de Provérbios 10:29 fala por si: “mas é a ruína dos que praticam o mal”. A grande realidade desta declaração é simples: Deus não é uma opção de refúgio. Ele não é um amuleto para se buscar em momentos de dificuldades. Ele é   A única opção de refúgio permanente. Quem segue o Seu caminho experimenta este mistério. Para os outros – todos os outros – por mais encantadores que sejam aos nossos olhos, por mais belas que sejam as aparências das suas obras, estão entregues à inclinação do mal que neles habitam (Rm. 1:28-31), e para esses, o caminho do Senhor é ruína: é a declaração da herança que os espera se não mudarem o rumo de sua existência. O verdadeiro cansaço ainda não se manifestou para tais pessoas... e jamais terminará. Esta declaração não faz sucesso e nem parte de discursos que barganham tanto os valores de Deus para agregar seguidores e amigos, mas, fazer o quê? É isso o que dizem as Escrituras...

Assim, estamos diante desta realidade desafiadora: encontrar refúgio seguindo o caminho absoluto de Deus, ou amargar a ruína por desprezar o convite Divino.
Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do SENHOR (Absoluto dos absolutos) é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os quenele se refugiam” (Salmos 18:30).

Paz e muita alegria nEle!
Celso Tavares

quinta-feira, 17 de maio de 2012

PARA DESTRUIR AS OBRAS DO DIABO

 “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo” (1 Jo. 3:8). Esta é uma declaração categórica das Escrituras acerca de um[i] dos objetivos do ministério de Jesus. É algo impactante, principalmente, ao levarmos em conta que João estava escrevendo para uma comunidade específica que parecia conviver com a presença de ensinos estranhos à fé cristã em seu meio. Assim, o apóstolo estava lançando luz nos princípios que deviam nortear a caminhada prática de fé daquele povo... e a nossa também.

Jesus deixou claro que seu ministério continuaria na terra através da ação do Espírito Santo por meio da igreja (Lc. 24:45-48; At. 1:8; Jo. 14:15-17,26). Portanto, é preciso que saibamos discernir também os propósitos ministeriais da existência da igreja.

Destruir as obras do Diabo é também parte do objetivo ministerial da igreja em nossos dias. No entanto, é importante, para o propósito deste texto, que se entenda que, no que se refere ao ministério da igreja, trata-se de uma atitude concreta e sensata, e não meras declarações verbais abstratas e desprovidas de ações consistentes.

Diabo é um termo que vem do grego diábolos e significa basicamente “enganador”. O agente do mal identificado por este termo é aquele que peleja para manter a barreira de inimizade do ser humano para com Deus. Neste sentido, Jesus se manifestou para destruir todas as bases de sustentação dessa barreira e assim gerar a paz reconciliadora – é a essência da obra da cruz.

A igreja deve assumir a continuidade do ministério de Cristo e manter firme o propósito de destruir as obras do Diabo, mas que obras seriam estas? Vejamos pelo menos algumas...

·         Engano – Esta é a principal arma do Diabo. Não se trata de mentirinhas para brincar com a mente e a vida das pessoas - religiosas ou não. Antes, trata-se de enganos sedutores que tem aparência de bem-estar, felicidade permanente, riqueza fácil, sabedoria, status, fama, prazer imediato etc. No entanto, o fundamento da proposta é ilícito e até destruidor. A melhor maneira de discernir tal artimanha é encher-se do conhecimento da Palavra de Deus. Se não conseguirmos discernir o rumo dos caminhos adotados por nós, certamente, diante da Palavra, discerniremos os rumos especificados por Deus: segui-los é a melhor maneira de desativar a força de todo engano. Somos orientados a proteger a nossa mente com o “capacete da salvação”(Ef.6:17), o que só ocorre se estamos convictos da obra de Cristo por nós e em nós, fato que o Espírito de Deus solidifica em nós a partir da luz que lança sobre a Verdade transmitida pela Palavra de Deus na qual certamente cremos. Não se trata de  conceitos que nos falaram para crer, mas do que a Boca de Deus pronunciou.
·         Controle das pessoas pelo medo e pelo terror – Este tipo de ação pode visitar qualquer ambiente, até mesmo o religioso. Deus não aterroriza e nem ameaça. O Evangelho em Jesus é notícia boa! A vida que Deus proporciona em Cristo é vida abundante e o princípio de sua experiência é paz. A igreja, então, deve ser portadora da palavra e do viver libertador da paz. A igreja que vive como uma comunidade da esperança confronta todo tipo de ameaça à segurança das pessoas: faz parte de sua vocação profética, mesmo que tais ameaças e terrores partam de contextos religiosos até mesmo em seu meio. Não são poucos os vícios e as perturbações mentais que se originam em medos estabelecidos na mente (de ter o mesmo fim dos pais, de ser um fracassado, de morrer, de não casar, de ter doença incurável, de viver sozinho etc...). Se até a mente de “cristãos” viver perturbada e temerosa, não haverá o que proclamar aos “de fora”. Porém, o Espírito de Jesus por meio de seus discípulos proclama e ministra libertação à toda alma aterrorizada (Mt.11:28,29): pela firmeza na Verdade, pelo confronto a toda opressão espiritual e social, e pela vivência da esperança escatológica. Nosso ministério é trazer à tona a liberdade existencial e não outro tipo de aprisionamento. Na experiência de Jesus – dele e somente dele – encontramos o caminho da liberdade e segurança plena(Jo. 8:31,32)
·         Sedução – Há um sistema de valores que sobrevive pela sedução. Este sistema é o que a Bíblia, sobretudo nos escritos de João, chama de “mundo” (um sistema que gera uma sociedade rebelde, governado pelo diabo, e que anda no sentido contrário a Deus – 1 Jo. 2:15-17). A sedução tem a ver com o poder de atração. Não somos atraídos pelo que não gostamos, nem pelo que não nos promete prazer. Portanto, a artimanha do Diabo é seduzir as pessoas – todas as pessoas – a partir de ofertas atrativas. Deus nos orienta, através do apóstolo, a “não amar o mundo”, isto é, não se apaixonar devotadamente pelas ofertas apetitosas deste sistema. E aí ele nos dá a dica do que é anti-Deus e domina este mundo: “o desejo desenfreado (cobiça) da carne, o desejo desenfreado (cobiça) dos olhos, e ostentação dos bens”. Tá muito bem especificado, não é mesmo? Logo, o estilo de vida da igreja que destrói as obras do Diabo se manifesta a partir de valores sólidos e permanentes que, naturalmente, confronta esta arma sutil do mal, principalmente nestes tempos de melhoria econômica, facilitação de crédito, redes sociais influenciadoras, e até de religião midiática. O exemplo de Jesus não é o de desenvolver um ministério aplaudido e desejado pela multidão, mas de, a despeito da desaprovação popular, destruir as obras do mal – sem barganhas!
  •              Separação É uma estratégia do Diabo separar as pessoas: de Deus, e uma das outras. Esta sua investida está permeando todos os setores da sociedade. Valores como família, comunhão, partilha e até amizade duradoura estão sendo negociados senão abandonados por muitos. A base da separação? Inimizade e proteção de egos. Numa sociedade individualista e egocêntrica, separação é sinônimo de autonomia, e autonomia é assimilada como poder. Quanta distância dos princípios de Deus! A tecnologia que aparenta unir, separa: você entra em contato com as pessoas virtuais, mas não comunga, não partilha e não conhece as pessoas “reais” (estas são conhecidas no relacionamento constante e presencial). Sozinhos somos sempre mais fracos e presas fáceis para o deleite das feras. A igreja que virtualiza seus cultos e  adoração corre o risco de desvirtuar os valores cristãos da edificação mútua e da comunhão koinônica (dos que tem tudo em comum, dos vínculos fraternos). Para destruir essas obras do Diabo é preciso exercer o ministério da reconciliação por meio da unidade, da permanência, do compromisso comunitário, da compaixão, do companheirismo etc. Na verdade a igreja – que supostamente já vive em comunhão – deve viver perto e entre as pessoas da sociedade e semear a [re]aproximação tal qual o exemplo do seu Senhor. O elo que destrói a separação é o amor – prático, perseverante e sacrifical - e contra este não há lei! Lembremo-nos que este amor é uma atitude, fruto de uma escolha pessoal e espontânea.

A lista das obras malignas pode se estender e muito. Porém, para um início de reflexão sobre o nosso ministério de destruir as obras do Diabo parece-me suficiente para este momento. Creio que o caminho e a direção estão facilitados. Vale a pena intensificar a oração e a disposição para seguir no rumo certo discernindo as artimanhas do maligno e as nossas atitudes apropriadas: um ministério naturalmente sobrenatural!

Graça, paz e vida plena!

Celso Tavares

[i] Fiz referência a “um” dos objetivos porque no próprio texto de 1 João 3 há uma declaração semelhante de outro dos seus objetivos (“...ele se manifestou para tirar os nossos pecados” – v.5), e em outros textos como Lc. 19:10  -“Pois o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido”..

quinta-feira, 8 de março de 2012

CELEBRANDO O QUE MERECE!

O ser humano é definitivamente "sagrado". Por isso, para analisá-lo é necessário mais do que o conhecimento da mente e do corpo. Eu não quero me atrever a tentar descrever o que significa esse ser, sobretudo a mulher... fascinante, surpreendente e maravilhosa. Fico sem palavras para traduzir a importância em minha vida... da mãe maravilhosa que tive, da esposa extraordinária que tenho, e da filha especialíssima que tenho e encanta meu coração. Faltam-me palavras, mas sobram-me motivos de celebração.

Por outro lado, num dia como esse em que tantos se prontificam a  homenageá-la, por que não tecer aqui certas considerações apontando apenas algumas das suas características que, a meu ver, descrevem um pouco do seu misterioso universo existencial:

Pensando em palavras e atitudes que a traduzem, eu diria que a mulher é...

  • Originalidade física e singularidade emocional
  • Beleza e sensibilidade
  • Determinação e perseverança
  • Doçura e meiguice
  • Prontidão e compromisso
  • Alegria e simpatia
  • Música e poesia
  • Sacrifício e prazer
  • Serviço e amor
  • Desejos e sonhos
  • Compras e diversão
  • Paixão e emoção
  • Encanto e exigências
  • Colo e carência
  • Presença e permanência
  • Existência e vocação
  • Fragilidade e firmeza
  • Responsabilidade e trabalho
  • Sabedoria e companheirismo
  • Filha, esposa e avó
A mulher, com toda certeza, é isso e muito mais... É um recipiente de virtudes, o complemento da missão sagrada homem-mulher e, ainda e principalmente, uma verdadeira expressão do afeto Divino.

À todas as mulheres, um feliz e abençoadíssimo dia das mulheres!
Que seja um tempo especial de muita gratidão e louvor.

" A mulher graciosa preserva a sua honra" (Provérbios 11:15)

Paz e muita alegria!

Celso Tavares

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ALCANÇANDO O SEU POTENCIAL

Quando você pensa sobre alcançar o seu potencial, qual é a primeira coisa que lhe vem à mente: certa formação acadêmica ou algum tipo de trabalho/emprego? Sucesso financeiro? Riqueza material? Uma grande família e uma casa legal? Conquanto cada uma dessas coisas tenha o seu devido valor, nenhuma produz o testemunho para o nosso verdadeiro potencial.
Potencial, da perspectiva de Deus, é a capacidade que Ele lhe deu para alcançar e realizar a Sua vontade.
 Como um cristão “crente” você possui um potencial tremendo. E isso não é porque tenha um dom ou talento extraordinário. É assim por causa da vida que você possui através de Jesus Cristo. Quando Deus o(a) vê, Ele vê o seu valor baseado no que o Seu filho fez por você na cruz do Calvário.

Em qualquer momento que se sentir desafiado(a) e não tiver a certeza de estar no caminho certo, vá a Deus em oração. Peça ao Senhor para ajudá-lo(a) a ficar focado(a) no trajeto que Ele tiver colocado diante de você.

Dificuldade tem uma maneira única de desenterrar o seu potencial escondido. Deus lhe fortalecerá quando você se comprometer a enfrentar o desafio. Você pode ter pensado em desistir, mas, não menospreze o fato de que pode estar neste momento diante de uma grande oportunidade. Deus usa as circunstâncias como uma avenida de bênçãos. A única maneira pela qual Ele pode expor o nosso verdadeiro potencial é nos colocando em situações onde a nossa fé é esticada e a nossa obediência é provada.
 É neste momento que rendição(entrega total) torna-se o primeiro passo para alcançar o potencial que Deus colocou profundamente dentro de nós. O segundo passo é desenvolver uma confiança profunda em Cristo e em sua capacidade. Potencial é uma palavra que ativa a imaginação: é engraçado pensar no resultado final – como será maravilhoso conquistar a vitória em determinado esporte ou que sensação grandiosa quando alcançar aquela promoção – mas certifique-se de que os seus sonhos não sejam fantasias que promovem os seus desejos egoístas enquanto deixa Deus de fora. O terceiro passo é fazer as coisas de acordo com a liderança e o tempo de Deus. Embora a gente queira acelerar as coisas, o único jeito de alcançar o seu potencial é permanecer alerta ao tempo de Deus.

Apesar de Deus está lidando com o desgaste e o estresse que você enfrenta, Sua maior preocupação é ajudá-lo(a) a alcançar o seu verdadeiro potencial. Problemas – ou tribulações – tem uma maneira singular de trazer à tona o que temos de melhor em nós, especialmente quando permitimos que Deus nos guie através da dificuldade. A sua atitude, desejo e determinação – tudo isso – desempenham um papel importante na construção e na manutenção do seu potencial.

Você pode se sentir frustrado com o seu patrão ou emprego e encontrar-se agora fazendo apenas o suficiente para sobreviver ali. No entanto, embora você possa, de certa forma, sair fora com suas ações em casa ou no trabalho, na realidade, ao agir assim, você é quem é o perdedor. Isso porque está perdendo uma das maiores recompensas de Deus: a Sua bênção derramada sobre a sua vida em resposta a uma atitude de obediência e a uma determinação fervorosa. O amor de Deus sempre nos motivará a fazer o nosso melhor mesmo em situações ruins.

Ele nos ordena a tomar cuidado com qualquer tipo de amargura ou falta de perdão. Peça a Ele para ajudá-lo(a) a não se prender a nada que possa fazer com que você fique distante de ser o seu melhor. Se alguém lhe feriu, você pode ir a Deus a expressar a dor que está sentido. Você não precisa sofrer sozinho(a). Deus quer ajudá-lo(a) a romper-se com as trevas para assim pode viver livre na luz da Sua graça e amor.
 Deus lhe salvou de forma que você pudesse impactar o mundo para o Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo. Quando sua vida tiver passado aqui e você tiver completado as tarefas que tinha diante de si, o que gostaria que os outros dissessem a seu respeito? A maior honra que um homem ou uma mulher receberá de Deus está escrito em Mateus 25:21: “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, e eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!
Você pode alcançar o seu potencial pleno quando o foco da sua vida está colocado em Jesus Cristo.

ALGUNS PASSOS PARA ALCANÇAR O SEU MAIOR POTENCIAL
  1. Peça a Deus para lhe dar o desejo de alcançar o seu potencial – Sem desejo você não terá motivação para estabelecer alvos e sonhar com o futuro.
  2. Esteja disposto a tomar a decisão de seguir em frente confiando em Deus – Faça o compromisso de jamais negociar as suas convicções divinas.
  3. Busque a direção e a orientação de Deus.
  4. Seja determinado – Nós devemos permanecer determinados a seguir a Cristo não importa o que cruzar o nosso caminho.
  5. Desenvolva as habilidades que Deus lhe concedeu – Peça a Ele para lhe ensinar como ser tudo o que Ele deseja que você seja.
  6. Desprenda-se do modo de pensar “mundano” (secular) – Isso demandará certo esforço de nossa parte, uma vez que quase tudo que nos cerca é um reflexo da filosofia do mundo – Veja II Tm. 2:15.
  7. Seja disciplinado em sua mente e em seu corpo – Ninguém alcança o seu pleno potencial enquanto brinca com o pecado.
Deixe que isso seja o seu alvo para este ano que começou: ser um filho de Deus digno do Seu chamado, refletindo sempre a Sua vida com honra e louvor.



[i] Extraído e compilado de “Reaching Your Potential”, Charles F. Stanley, Revista “In Touch”, Janeiro,1996.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

JUNTOS... LIGADOS... E EM INTENSA EDIFICAÇÃO

O melhor "retiro" é o que promove momentos de experiência com Deus e comunhão entre as pessoas.
Estaremos nos reunindo durante o carnaval em diferentes locais e horários. 
Serão momentos de capacitação, adoração, ministração, comunhão, confraternização, esportes etc... intensificando o preparo para a maneira como nos propomos a viver igreja a partir deste ano de 2012.
Se você é da VBH, não há justificativa para não participar. Você está convocado para mais essa!
Se você não é membro da VBH, sinta-se convidado a estar conosco.
Informações | inscrições: (31) 32961911(Casa da Vinha) ou cvbh@vineyardbh.com.br

sábado, 7 de janeiro de 2012

TODO ENCONTRO É UMA VERDADEIRA CELEBRAÇÃO!

Em janeiro os encontros comunitários da igreja ocorrerão 
às quartas feiras (20h) e aos domingos (10h30)

O encontro da igreja - na celebração ou as comunidades pioneiras - é algo bom e, sabe o que é melhor? Não é simplesmente um apelo de líderes religiosos e nem forçação de barra para que os membros compareçam... Trata-se de algo criado e recomendado por Deus. Aliás, muitos gostam de dizer que culto é o que fazemos todos os dias, em todos os lugares. Isso é certo, embora nem todos vivam em coerência com esse princípio. Por outro lado, o Deus que nunca muda estabeleceu o encontro de adoração comunitária desde os tempos do Antigo Testamento. A igreja "primitiva" deu vários exemplos disso. Ninguém é igreja sozinho e não há como ter celebração sem diversidade de tipos, dons e testemunhos...

Isso é o que enriquece a celebração comunitária: oração, adoração, ensino, comunhão, testemunhos, ministração etc... Não há como deixar de ver a importância "prática" que Jesus deu aos encontros da igreja (mesmo em seus tempos de sinagoga ou templo). O encontro da "igreja" é um evento factual, verdadeiro, visível e palpável. Não há nada virtual em sua proposta!

No encontro da igreja reunimos nossos fracassos, nossas conquistas, nossas qualidades, nossos defeitos, nossas alegrias e tristezas, nossos dons, nossas ofertas, nossa atenção, nossas carências, nossa disponibilidade etc e os transformamos em "celebração": da fé, da esperança e do amor. 

Não há como fazer isso(celebrar) sozinho, ou apenas com a família, sem comungar, ofertar acolhimento e suporte ao "próximo" - e até ao estrangeiro - sem receber o ensino das Escrituras da parte daqueles que são responsáveis por isso. Por isso é que o "encontro" propõe isso mesmo: um encontro... com Deus, mas também com os outros/outras que complementam a funcionalidade da igreja.

Portanto, seja na comunidade Vineyard em Belo Horizonte, ou em qualquer outra comunidade cristã (local) onde se encontra vinculado,  participe dos encontros comunitários com o desejo de experimentar Deus e celebrar a vida plena com aqueles/aquelas que comungam da mesma fé. Não abra mão do que é imprescindível... Você precisa disso! Os outros/outras precisam de você! Deus deseja isso!

Paz e alegria!

Celso Tavares